A CONSULTORA
Arquitecta, terminou o curso em 1997, pela Universidade Lusíada de Lisboa e durante 10 anos (1996 /2006) trabalhou em Gabinetes de Arquitectura, onde teve o privilégio de trabalhar ao lado de Arquitectos notáveis e a oportunidade de colaborar em projectos bastante diversificados, através dos quais adquiriu experiência no âmbito da Arquitectura e da Construção.
Arquitecta, terminou o curso em 1997, pela Universidade Lusíada de Lisboa e durante 10 anos (1996 /2006) trabalhou em Gabinetes de Arquitectura, onde teve o privilégio de trabalhar ao lado de Arquitectos notáveis e a oportunidade de colaborar em projectos bastante diversificados, através dos quais adquiriu experiência no âmbito da Arquitectura e da Construção.
Não satisfeita, porque ainda assim sentia falta de maior realização no seu trabalho, em 2005 inicia um curso em Feng Shui no I.M.P. (Instituto Macrobiótico de Portugal), que é hoje considerada a Escola Nacional de Feng Shui.
A identificação foi imediata e foi quando compreendeu que o Feng Shui era o sentido que lhe faltava para complementar o seu percurso na Arquitectura.
Descobre então que, para além de projectar ambientes baseados na estética e na função, poderia utilizar o Feng Shui, para contribuir de forma significativa na melhoria da qualidade de vida dos seus ocupantes.
Toma uma percepção de forma muito evidente e clara que a prioridade e preocupação deve ser centrada nos utilizadores do espaço. A visão do seu trabalho passou assim a ter um carácter mais humano e mais ligado com as necessidades e os potenciais de cada individuo.
Acrescentar o Feng Shui à soma dos factores que devem ser tomados em consideração na elaboração de um bom projecto de Arquitectura, é para si encarado como uma mais valia e como mais um desafio. Através do Feng Shui encontrou um novo caminho para a sua arquitectura e é desta forma apaixonada e dedicada que encara o seu trabalho como uma missão. Esta missão, passa também por, desmistificar o Feng Shui de acordo com o seu ponto de vista enquanto arquitecta, esclarecendo as pessoas quanto à sua prática e significado.
"É importante perceber que algumas das teorias do Feng Shui, coincidem não só com as normas da boa Arquitectura, mas com questões de simples bom senso. Uma Arquitectura de qualidade, baseada na consciência de vários factores, terá com certeza maiores possibilidades de trazer bem-estar e qualidade de vida aos seus habitantes, no entanto o Feng Shui é responsável por outro tipo de questões que vão para além do simples bem-estar".
Quando o Feng Shui se une com a Arquitectura, todos os sectores, todas as áreas passarão a implantar-se no local mais apropriado, de acordo com uma Ordem, que influenciará de forma directa e positiva a vida dos seus habitantes.
Tudo é estudado de forma a fazer com que as pessoas sejam bem sucedidas em todas as áreas das suas vidas. A principal preocupação é o bem-estar físico e psicológico das pessoas e é criar as condições necessárias de ambiente que proporcionem uma vida em equilíbrio e em total harmonia.
"Com isto pretendo dizer que não tenho dúvidas de que os benefícios de uma boa Arquitectura em relação ao Feng Shui são inegáveis, mas por outro lado, se a distribuição dos vários sectores/energias de uma casa for desfavorável, poderá não beneficiar a favor do bem-estar e da qualidade de vida dos seus habitantes".
Como conclusão, um bom Feng Shui não exclui a necessidade de se ter uma boa Arquitectura e por outro lado uma boa Arquitectura não deverá excluir a necessidade de se ter um bom Feng Shui.
Elisabete Beringuilho
ACTIVIDADES EXERCIDAS:
- Projectos de Arquitectura e de Interiores integrando os conhecimentos de Feng Shui
- Consultoria de Feng Shui para particulares e empresas
- Assessoria de Feng Shui para Decoradores
O FENG SHUI, A ESCOLA DA FORMA E A ESCOLA DA BÚSSOLA
Entre as várias escolas de Feng Shui, o trabalho da nossa Consultora incide sobre a Escola da Forma e a Escola da Bússola, ambas pertencentes ao Feng Shui Tradicional Chinês. Esta opção deve-se, por um lado, a uma maior identificação enquanto arquitecta e por outro lado com o facto destas teorias se encontrarem mais próximas dos valores culturais do Ocidente.
A Escola da Forma, como o nome indica, leva-nos a reflectir sobre a influência das formas e sobre a qualidade das mesmas à nossa volta. Como exemplo temos, a forma da planta de uma qualquer habitação ou espaço, a forma das janelas, da porta e do terreno onde se encontra implantada a habitação. Temos ainda a forma e o tamanho de um quarto, assim como a localização da cama face à porta e à janela ou a forma e a localização de um escritório relacionado com a localização da secretária face à porta e à janela.
A Escola da Bússola, também designada pela Escola das Oito Direcções, tem em conta o movimento do Sol, perceptível a olho nu e o campo electromagnético da terra perceptível apenas com a ajuda de uma agulha magnetizada (bússola). As oito Direcções, como o nome indica, correspondem aos oito pontos cardeais da rosa-dos-ventos.
A partir desta escola analisamos a inter-relação entre o nosso corpo electromagnético e o campo electromagnético da terra, ou seja, ao estudo sistematizado do espaço (Feng Shui) está associada uma Astrologia designada por ki das Nove Estrelas. É com base nesta inter-relação que cada avaliação de Feng Shui é única e intransmissível para cada indivíduo. Um determinado espaço terá influências diferentes para diferentes indivíduos.
Com base nesta análise, é estudada a orientação da fachada de uma habitação, a relação da sua porta de entrada com o centro da mesma, assim como a melhor posição para trabalhar, orientação para dormir, entre outras.
Quando dormimos passamos algumas horas orientados numa determinada direcção. Será que existem direcções mais adequadas para descansar? Para dar inicio a novos projectos ou para estabilizar a vida?
